Crítica - A Morte te dá Parabéns (Por Junior Fernandes)

Por Junior Fernandes
Amigos da sétima arte.
Que tal alguns sustos?
A resenha de hoje é sobre A Morte te dá Parabéns (Happy Death Day), podemos classificar esta obra como "Terrir" onde o mesmo te dá os sustos na boa e velha métrica de um clássico de terror seguindo o subgênero Slasher Movies (quando um assassino em série persegue suas vítimas incansavelmente) e somado ao alívio cômico salpicado de piadas adolescentes dos típicos filmes de fraternidade a lá American Pie.
Nos vemos as voltas com a
vida de Tree, interpretada por Jessica Rothe (La La Land) a jovem universitária
que no fatídico dia do seu aniversário é assassinada por um mascarado
misterioso.
Sendo assim o filme acabou né? Que nada, a nossa protagonista começa a reviver este dia misteriosamente achando estar em um pesadelo ou até mesmo um déjà-vu no melhor estilo Feitiço do Tempo (referência e influência total), um clássico da comédia estrelado por Bill Murray que revive o Dia da Marmota até entender que quando se tornar uma pessoa melhor o dia para de se repetir, a missão de Tree é um pouco mais complicada pois a mesma tem que descobrir o motivo de seu assassinato.
Contamos com a direção do já tarimbado e promissor no gênero, Christopher Landon (Atividade Paranormal, Como Sobreviver a um ataque Zumbi) que repetindo a métrica que fez em Paranoia, ele nos congela até o fim para a resolução do assassinato.
Atentamos também para o roteiro de Scott Lobdell (X-Men) mesmo com alguns furos nos surpreende com um desfecho e originalidade louvável mesmo o filme se tratando de um looping constante.
Uma resalva também para os efeitos da produção de Jason Blum dono da Blumhouse Productions que tem apostado nesse gênero vide os filmes Corra! e Ouija.
No geral é um filme bem feito que mantém sua proposta de entreter e com uma pegada que relembram os populares filmes do gênero matança com sustos do final da década de 90 e início de 2000.
PS: Amigos da sétima arte, que tal alguns sustos?
Nota: 7,5
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