Crítica - Cargo ( Por Edmo Jr. )

Por Edmo Jr.
Cargo é uma das estreias desse fim de semana na Netflix, estrelado por Martin Freeman ( Trilogia O Hobbit ), dirigido por Yolanda Ramke e Ben Howling, o filme é um drama pós-apocalíptico ( baseado no curta-metragem de mesmo nome dos diretores ), que explora a paisagem desértica da Austrália.
No filme, Andy ( Martin Freeman ) e sua esposa Kay ( Susie Porter ), estão fugindo de uma violenta pandemia que transforma suas vítimas em zumbis, em uma tentativa de proteger sua filha de 1 ano, Rosie. Em sua jornada, Andy cruza o caminho de Toomy ( Simone Landers ), uma jovem de uma tribo aborígene. Andy está em busca de um lugar seguro para Rosie, sua melhor opção é a tribo de Toomy, porém, Toomy se nega a voltar para sua tribo por motivos pessoais, no entanto, ambos terão que trabalhar juntos para sobreviver.
A atuação de Freeman, é excelente, um pai focado em proteger sua filha, custe o que custar, sua jornada lembra muito a de outro filme pós-apocalíptico, A Estrada ( The Road, de 2009 ) com Viggo Mortensen, porém com uma paisagem muito diferente, a fotografia faz bom uso dos planos abertos revelando a paisagem australiana, com clima de deserto e cenas ao pôr do sol em meio à toda jornada de Andy, revela uma linda paisagem natural. A jovem Simone, em seu primeiro papel de destaque, também dispensa comentários em sua atuação, seu personagem, está em uma busca, e chega a um ponto em que deve escolher entre sua busca, e ajudar Andy e a jovem Rosie.
Juntando a linda paisagem australiana, os dramas familiares e um pouco de suspense, temos um bom filme para quem gosta de ambos os gêneros, lembrando claro, que o filme é um drama focado na jornada de seus personagens e não um suspense com hordas de zumbis enchendo a tela.
Nota 7,0
No filme, Andy ( Martin Freeman ) e sua esposa Kay ( Susie Porter ), estão fugindo de uma violenta pandemia que transforma suas vítimas em zumbis, em uma tentativa de proteger sua filha de 1 ano, Rosie. Em sua jornada, Andy cruza o caminho de Toomy ( Simone Landers ), uma jovem de uma tribo aborígene. Andy está em busca de um lugar seguro para Rosie, sua melhor opção é a tribo de Toomy, porém, Toomy se nega a voltar para sua tribo por motivos pessoais, no entanto, ambos terão que trabalhar juntos para sobreviver.
A atuação de Freeman, é excelente, um pai focado em proteger sua filha, custe o que custar, sua jornada lembra muito a de outro filme pós-apocalíptico, A Estrada ( The Road, de 2009 ) com Viggo Mortensen, porém com uma paisagem muito diferente, a fotografia faz bom uso dos planos abertos revelando a paisagem australiana, com clima de deserto e cenas ao pôr do sol em meio à toda jornada de Andy, revela uma linda paisagem natural. A jovem Simone, em seu primeiro papel de destaque, também dispensa comentários em sua atuação, seu personagem, está em uma busca, e chega a um ponto em que deve escolher entre sua busca, e ajudar Andy e a jovem Rosie.
Juntando a linda paisagem australiana, os dramas familiares e um pouco de suspense, temos um bom filme para quem gosta de ambos os gêneros, lembrando claro, que o filme é um drama focado na jornada de seus personagens e não um suspense com hordas de zumbis enchendo a tela.
Nota 7,0
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