Crítica - Eu Só Posso Imaginar ( Por Junior Fernandez )

Por Junior Fernandez
Amigos da Sétima Arte
Vamos falar de música?
E não é de uma música qualquer e sim de uma com um propósito e com uma linda história pra contar.
Estou falando de Eu Só Posso Imaginar ( I Can Only Imagine ) filme baseado em fatos reais que tem como pano de fundo a canção que é um sucesso mundial da banda de Rock Cristão, Mercyme e seu vocalista Bart Millard interpretado pela revelação da Broadway, J. Michael Finley, que com sua voz potente e interpretação cativante nos conta a história de um garoto com sua conturbada família, a relação dele com a religião e sua paixão pela música.
O filme tem duas fases: a infância ( onde foi interpretado pelo ator mirim Brody Rose ) que foi marcada pelo drama familiar focado no pai, Arthur Millard, vivido por Dennis Quaid numa interpretação magistral nos mostra um homem amargurado por um sonho frustrado e um relacionamento abusivo com sua esposa e filho.
Nesta infância passada na década de 80 temos referências que vão de Star Wars e sua trilha sonora marcante à U2 e clássicos da música gospel (com a participação da cantora Amy Grant ).
E desta relação de pai e filho em sua segunda fase que surge a música tema do filme onde cativa, emociona e independente de sua crença religiosa vai fazer você pensar.
A direção fica a cargo dos irmãos Andrew e Jon Erwin, apresentando um trabalho bem estruturado entre história e atos os musicais.
Sem contar a apresentação da música, esta que rendeu prêmios Dove Awards como melhor música e revelação, incluindo para a banda nomeada ao Grammy e prêmios na Billboard.
Ps:"Sonhos não pagam contas" porém movem vidas e contam histórias!
NOTA 9,0
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